Há apenas 6 meses, a norte-americana Destiny Riekeberg era uma menina como todas as outras, que fazia diariamente aquilo que mais prazer lhe dava: ser líder de uma claque.
O amor de Destiny, de 8 anos, por esta modalidade é bem visível pela sua estante, cheia de trofeus.
Mas, pela altura do natal, algo começou a mudar.
“A Destiny sempre foi muito alegre, muito vivaça. Estava sempre a andar de um lado para o outro, a praticar coreografias. E, em dezembro passado, começou a ficar cansada, fatigada, triste até”, disse a sua mãe, Lacretia Riekeberg.
Preocupada, a família levou a pequena Destiny ao médico de família. Mas nada foi descoberto.
Até que um dia, por mero acaso, Lacretia assistiu a um programa de televisão sobre crianças com cancro.
“Estava a olhar para a televisão e a pensar que havia muitas coisas em comum entre aquelas crianças e a minha filha. Nesse dia, peguei na Destiny e levei-a ao hospital”.
Infelizmente, o instinto desta mãe estava certo. Depois de vários exames, Destiny foi diagnosticada com um cancro no fígado.
A menina passou os 4 meses seguintes no hospital.
“Foi sujeita a uma cirurgia, a tratamentos de quimioterapia e a diálise. Deixou de conseguir andar… foi muito duro”.
Mas, mesmo perante todos aqueles obstáculos, Destiny nunca perdeu o seu espírito competitivo.
Em abril, a jovem regressou a casa, onde foi recebida como uma verdadeira super heroína. Mas, infelizmente, a menina está de volta ao hospital, enquanto espera por transplante.
Os pais de Destiny afirmam que manter uma atitude positiva durante todo este processo é algo muito complicado, mas Destiny ajuda-os muito.
“Falamos muito, estamos sempre a conversar. Ela é uma força da natureza, e tenho a certeza que vamos conseguir ultrapassar tudo isto”.
Fonte: ABC