Com apenas 5 meses, Molly Hughes foi diagnosticada com neuroblastoma.
Depois de ter sido sujeita a uma cirurgia e a cinco rondas de quimioterapia e radioterapia, a menina conseguiu vencer o cancro.
Foram 130 dias internada num hospital que Molly, agora com 21 meses, celebra, correndo de um lado para o outro no jardim de sua casa.
Quando recebeu a notícia de que Molly tinha um neuroblastoma, Chelsea, a mãe da criança, lembra-se de ter abraçado imediatamente a sua filha.
Natural do Kentucky, esta norte-americana nunca pensou que a sua filha seria diagnosticada com cancro, nem mesmo quando, após alguns sintomas, decidiu levar a sua filha ao médico.
Os sintomas de neuroblastoma incluem barriga inchada, falta de ar, dificuldades em engolir, nódulos no pescoço e pele, fraqueza, obstipação, fadiga, palidez, perda de apetite e de peso, e dores nos ossos.

Enquanto Molly fazia os tratamentos, a sua família criou a hashtag #MollyStrong, que se tornou viral e foi partilhada um pouco por todo o mundo.
Hoje, após 15 meses de tratamento, não evidências da doença no corpo da menina.
“Que dia tão feliz!”, escreveu Chelsea nas suas redes sociais, partilhando desta forma com os seus seguidores que a pequena Molly tinha entrado em remissão.
“Os exames vieram negativos. A Molly já não tem cancro. Agora, ela vai começar a tomar um medicamento experimental para ajudar a manter o cancro longe. De 3 em 3 meses vamos fazer exames para nos certificarmos de que não houve uma recidiva.”
Apesar das boas notícias, Chelsea pediu para que aqueles que acompanham a jornada de Molly continuem a torcer pela sua menina que, devido aos tratamentos, ficou com a audição danificada.

“Agora ela está a fazer aquilo que é suposto um bebé fazer: correr, brincar, estar ao ar livre. Ela adora estar fora de casa”, conta Chelsea.
Fonte: Metro UK