Pela sétima vez, a Liga Portuguesa Contra o Cancro entregou os prémios Jornalismo em Oncologia, uma iniciativa que pretende distinguir os melhores trabalhos em jornalismo escrito e audiovisual sobre o cancro.
A jornalista Lucília Galha foi distinguida com o Prémio de Imprensa Escrita pelo trabalho “Mais Perto de Uma Cura para o Cancro”, publicado na Sábado. Este trabalho mostra com maior relevo a chamada terapia com as células CAR T, que consiste na manipulação genética de células do sistema imunitário do próprio doente, caso este sofra de leucemia linfoblástica aguda.
Ao nível do audiovisual, o vencedor foi o trabalho “A Minha Vida é Tua”, que arrecadou o prémio. Da autoria da jornalista Paula Martinho da Silva, com imagem de David Araújo e edição de Dores Queirós, este trabalho, exibido no programa Linha da Frente, da RTP1, retrata o impacto do cancro infantil na vida das famílias, quer a nível emocional quer a nível financeiro.
Para além destes, a Liga Portuguesa Contra o Cancro atribuiu ainda 5 menções honrosas: uma ao texto sobre a exposição “40 anos, 40 rostos de esperança”, publicado no Público e da autoria de Susana Pinheiro; à reportagem “Os meninos perdidos de Myanmar”, da autoria de Fernando Pinho; ao trabalho de Sónia Dias, que escreveu “Estado terminal: como se mantém a esperança no fim da vida?”, e finalmente a dois trabalhos publicados no Observador, “Apesar de tudo, o cancro é uma doença curável”, de Cláudia Pinto, e “O seu relógio biológico anda fora de horas? Acerte-o se quer prevenir doenças”, de Vera Novais.