Sadie Keller, uma jovem norte-americana sobrevivente de cancro, que trabalha para ajudar outras crianças como ela, foi convidada pelo Presidente Donald Trump para conhecer a Sala Oval.
A menina, agora com 11 anos, foi diagnosticada com uma leucemia linfoblástica aguda quando tinha 7 anos de idade. Depois de uma luta que contou com transfusões de sangue, infeções e efeitos secundários raros, a menina recebeu o seu último tratamento de quimioterapia em maio de 2017.
Em fase de remissão, Sadie foi convidada para estar presente na Sala Oval ao mesmo tempo que Donald Trump assinava o documento que aprovava o Childhood Cancer STAR Act, a mais abrangente legislação sobre o cancro infantil já adotada pelo Congresso norte-americano, que se destina a promover a pesquisa oncológica pediátrica e os tratamentos de cancro centrados em criança.
Esta legislação pretende ainda melhorar a vigilância do cancro infantil e fornecer recursos aprimorados para os sobreviventes.
A menina foi convidada para esta cerimónia pois, com a ajuda da sua mãe, criou a Fundação Sadie Keller, uma organização que visa aumentar a consciencialização sobre o cancro infantil e “colocar um sorriso nos rostos das crianças que lutam contra a doença em todo o país”.
Quando Sadie descobriu que apenas 4% dos fundos governamentais para a pesquisa do cancro eram dirigidas ao cancro pediátrico, ela procurou ter uma voz ativa, dando entrevistas e tornando-se uma palestrante e defensora pública desta nova legislação.
“Eu fiquei tão empolgada quando o Childhood Cancer STAR Act foi aprovado, porque sei que isso vai ajudar muitas crianças que serão diagnosticadas com cancro”, disse a menina.
Sadie, que estava muito “animada e nervosa” por entrar na Sala Oval, ficou extremamente emocionada quando o Presidente dos Estados Unidos da América “me apertou a mão e disse o meu nome”.
De acordo com a transcrição oficial da Casa Branca, o presidente Trump elogiou Sadie “pela sua capacidade de liderança”.
Segundo Sadie, Donald Trump ter-lhe-à dito que ela era uma menina muito forte e perguntou-lhe se ela já tinha visto uma assinatura como a dele, tendo de seguida oferecido à sobrevivente a caneta que ele usou para assinar a Childhood Cancer STAR Act.
“Ainda não consigo acreditar que eu, uma menina normal com 11 anos, me tenha encontrado com o Presidente dos Estados Unidos da América”, disse a Sadie.