A Plataforma Oncológica do Porto, criada há um ano com a finalidade de aumentar a qualidade de vida e sobrevida global dos doentes, já obteve bons resultados ao nível dos avanços nas técnicas de investigação.
“Passou a haver a possibilidade de testar os tumores para outros marcadores”, refere José Carlos Machado, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP).
O responsável defende que estes avanços têm-se refletido ao nível da qualidade de vida e sobrevida global dos doentes.
A Plataforma liga em rede investigadores de seis instituições de saúde e investigação do Norte – IPO do Porto, IPATIMUP, Instituto de Ciências Abel Salazar, Instituto de Biologia Molecular e Celular, Centro Hospitalar do Porto e o Instituto de Engenharia Biomédica -, que pretendem, até ao final do ano, testar vários tipos de tumores de forma mais abrangente.