Um novo medicamento para tratar a leucemia mieloide aguda (tipo de cancro que afeta o sangue), desenvolvido por uma equipa da Escola de Medicina de St. Louis, na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, torna o tumor mais suscetível à ação da quimioterapia.
Em vez de atacar diretamente as células tumorais, o novo medicamento ajuda a expulsá-las da medula óssea para a corrente sanguínea, onde se tornam “mais vulneráveis à quimioterapia”, explicam os autores.
Os ensaios clínicos de fase 1 e 2 incluíram 52 pacientes com leucemia mieloide aguda (LMA) e “as taxas de remissão completa chegaram aos 20% e 30%”, dependendo das características genéticas individuais do paciente, revelam os cientistas.
O fármaco utilizado neste estudo, designado por plerixafor, ajuda a libertar as células de leucemia da medula óssea (ambiente protetor). Uma vez na corrente sanguínea, as células começam a dividir-se, mas são mais sensíveis à quimioterapia.