O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) revelou que, atualmente, mais de dois mil doentes aguardam por um transplante renal em Portugal.
João Almeida e Sousa, presidente do IPST, disse que a espera por esse tipo de transplante tem crescido no país, seguindo a tendência a nível mundial.
O responsável afirmou que “a existência de listas de espera obriga a que se faça sempre melhor” e que “não é admissível o desperdício de órgãos”.
João Almeida e Sousa considera que, atualmente, “ainda existe, nos hospitais portugueses, um potencial de crescimento de doação” de órgãos que deve ser explorado.