Cientistas do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), em Coimbra, desenvolveram um novo método para detetar o cancro que permitirá alargar o diagnóstico a um maior número de pessoas.
O novo meio de diagnóstico de cancro Gálio-68 – um “isótopo fundamental no diagnóstico do cancro” – tem maior rendimento e um custo dez vezes inferior ao dos atuais exames e será em breve submetido a um pedido de patente internacional realizado em parceria pelo ICNAS e pela multinacional norte-americana Ion Beam Applications (IBA).
Antero Abrunhosa, Francisco Alves e Vítor Alves são os investigadores responsáveis por este “processo inovador de produção de isótopos para marcação de moléculas utilizadas em tomografia de emissão de positrões (PET), essenciais para o diagnóstico e estadiamento de doenças oncológicas”, que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos dois anos.