O Rigshospitalet, na Dinamarca, é o terceiro hospital do mundo a adquirir um scanner combinado de PET e ressonância magnética, juntando-se assim a um hospital de Harvard, nos Estados Unidos, e de Munique, na Alemanha. O aparelho minimiza a radiação e beneficia, sobretudo, as crianças.
O equipamento permite reduzir o risco de contrair cancro mais tarde na vida pois limita a radiação utilizada nos tratamentos e exames, ao contrário do que acontece frequentemente com o risco duplo da tomografia computadorizada e PET com radiação.
Ao longo dos anos, a redução das doses de radiação tem sido uma preocupação dos médicos para evitar maiores riscos para a saúde das crianças. Assim, a combinação de PET e exames de ressonância magnética numa só máquina permite aos médicos não só obter imagens muito mais detalhadas, como evita que as crianças tenham que se submeter a dois exames distintos.
“Em todos os sentidos, é melhor para as crianças. Elas precisam de menos anestesia, e só têm de passar pelo scanner num quarto estranho e numa máquina estranha uma vez. Quando se tem quatro anos, isso pode ser uma experiência traumática”, explica uma das investigadoras.