Um estudo encomendado pelo Conselho da Europa defende que as crianças doentes devem ser mais envolvidas e participar activamente nos processos de decisão médica.
A pesquisa, que contou com a participação de 2.257 crianças de 22 países, revelou que as crianças doentes gostariam que os clínicos lhes explicassem melhor os tratamentos que vão receber, bem como de ouvir mais a sua opinião no que se refere à vivência da patologia de que padecem.
“É preciso respeitar a visão das crianças e ouvir o que têm a dizer. Elas querem e devem ser envolvidas”, afirmou a autora do estudo, recentemente apresentado na 9ª Conferência dos Ministros da Saúde da Europa, realizada em Lisboa.