O estudo da Unidade de Química Orgânica da UA caracterizou as proteínas salivares de indivíduos e efectuou alguns ensaios in vitro e in vivo, concluindo sobre a associação da mesma com problemas, por exemplo, de cáries dentárias.
Um dos responsáveis pela investigação considera que “a saliva será cada vez mais uma ferramenta de diagnóstico, de prevenção e de monitorização muito menos invasiva”, mas apenas se for possível “identificar e validar biomarcadores salivares específicos” associados às doenças.
Os investigadores pretendem agora estudar as potencialidades da saliva no diagnóstico de outras doenças, como diabetes e o cancro da cabeça e do pescoço, motivo pelo qual já foram estabelecidas parcerias com o Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, com a CESPU e com o Hospital de São João.