Search

Impacto do cancro pediátrico na memória, velocidade de processamento e funções psicológicas

Um estudo realizado no Hospital Pediátrico de Berna (Suíça) analisou as consequências do cancro pediátrico no desenvolvimento cognitivo e psicológico das crianças. Os investigadores acompanharam 57 crianças e jovens, com idades entre os quatro e os 16 anos, desde o início do tratamento até um ano após a sua conclusão, avaliando aspetos como a memória de trabalho, a velocidade de processamento de informação, as funções psicológicas e a qualidade de

Dez segundos: o tempo que um novo modelo de IA precisa para detetar um tumor residual cerebral, diz estudo

Um sistema de diagnóstico com intervenção de Inteligência Artificial (IA), chamado FastGlioma, consegue detetar em dez segundos, durante uma cirurgia oncológica, se existem resíduos do tumor cerebral operado. Esta tecnologia, explicada no estudo publicado na Nature, e desenvolvida por investigadores da Universidade do Michigan (EUA) e da Universidade da Califórnia (EUA), superou os métodos que se conhecem para identificar o que resta de um tumor de ampla margem. "O FastGlioma é um

Novo estudo explora a fusão de terapias para tumores cerebrais pediátricos de alto risco

Os tumores cerebrais de alto risco em crianças não respondem frequentemente bem aos tratamentos de quimioterapia e radiação existentes. Natasha Sheybani, professora assistente de engenharia biomédica na Escola de Engenharia da Universidade da Virgínia (EUA) e a sua equipa, preparam-se para colaborar com investigadores do Children’s National Hospital (EUA) num estudo que vai combinar duas terapias para o cancro cerebral pediátrico, na esperança de que a sua fusão ofereça uma

Inteligência Artificial pode acelerar diagnóstico de tumores cerebrais pediátricos

Graças a uma investigação recente, crianças com cancro podem passar a receber um diagnóstico preciso de um tumor cerebral em apenas 10 minutos. Uma equipa de investigadores da Universidade de Birmingham (Reino Unido) conseguiu determinar a assinatura química única de cada tipo de tumor através da ressonância magnética. De lembrar que o meduloblastoma, o cancro do cérebro mais comum, tem quatro tipos distintos, cada um dos quais requer uma abordagem de

Exame mostra neurotoxicidade de fármaco em sobreviventes de cancro pediátrico

O exame PET/MRI pode ser uma ferramenta para diagnosticar lesões cerebrais em jovens sobreviventes de cancro devido ao tratamento com altas doses do fármaco metotrexato, de acordo com radiologistas pediátricos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.   Num estudo piloto que envolveu dez crianças e adultos jovens, o F-18 FDG-PET/MRI detetou lesões cerebrais com base em reduções no metabolismo da glicose e no fluxo sanguíneo em áreas específicas do cérebro. Os

FDA aprova novo fármaco de uso mais amplo para tumores cerebrais pediátricos comuns

A entidade que regula os medicamentos nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), concedeu recentemente uma aprovação acelerada para o fármaco Ojemda (tovorafenib) da Day One Biopharmaceuticals, como tratamento para pacientes com seis meses de idade ou mais com glioma pediátrico de baixo grau (pLGG) recidivante ou refratário. Em causa está um inibidor RAF tipo 2 a ser usado em tumores com fusão ou rearranjo do BRAF, ou

Descobertas células T que poderão ser eficazes em alguns pacientes pediátricos com tumores cerebrais

Cientistas do Instituto La Jolla de Imunologia, nos Estados Unidos, publicaram um estudo aprofundado sobre como as células T do sistema imunológico atacam os tumores cerebrais pediátricos. A investigação sugere que um pequeno número de pacientes pediátricos com tumor cerebral já possui células T que combatem de forma eficaz a doença que desenvolveram. Esta descoberta, publicada recentemente na revista Nature Cancer, é um passo importante para ajudar a identificar quais pacientes

Tratamento da pré-diabetes pode reduzir riscos cardíacos e renais em sobreviventes de cancro infantil

Os sobreviventes do cancro infantil têm uma maior prevalência de pré-diabetes e diabetes, o que aumenta o risco de doenças graves, mas também oferece oportunidades de prevenção. Um estudo do St. Jude Children’s Research Hospital, nos Estados Unidos, lança luz sobre a incidência de pré-diabetes e diabetes em sobreviventes de cancro infantil para melhor a prevenção e o tratamento. Numa idade mais jovem, os sobreviventes do cancro pediátrico podem apresentar doenças

Pré-diabetes aumenta risco de problemas cardiovasculares e renais entre sobreviventes de cancro infantil

Um estudo recente publicado no Journal of Clinical Oncology concluiu que a pré-diabetes aumenta o risco de problemas cardiovasculares e renais entre sobreviventes de cancro pediátrico. Os autores do estudo sublinham que é fundamental avaliar a prevalência de pré-diabetes entre sobreviventes de cancro infantil, fatores de risco para a progressão da diabetes e associações entre pré-diabetes e eventos cardiovasculares tardios e doença renal crónica (DRC) porque a pré-diabetes é um fator

Startup BrainChild está a desenvolver terapia inovadora com células CAR-T para cancro cerebral

O laboratório liderado por Michael Jensen, médico do Seattle Children’s Hospital e do Seattle Children’s Therapeutics, nos Estados Unidos, passou os últimos 13 anos a desenvolver terapias com células CAR-T para tratar o cancro infantil. Dezasseis terapias foram incluídas em ensaios clínicos e aprovadas pela entidade que regula os medicamentos nos Estados Unidos, a FDA. Michael Jensen também foi cofundador da Juno Therapeutics; a sua equipa do Seattle Children’s Hospital
Explore
Drag