Um grupo de pesquisadores norte-americanos acredita que a atividade microbiana está associada a um maior risco de infeção em doentes sujeitos a quimioterapia, por isso sugere que avaliar este fator pode ajudar a prevenir o risco.
A pesquisa realizada na Universidade do Texas indica que algumas alterações que ocorrem no microbioma podem traduzir-se em efeitos negativos para os pacientes oncológicos que estão imunocomprometidos.
A equipa avaliou a diversidade microbiana presente em amostras de fezes e concluiu que esta era substancialmente menor nos pacientes que tinham contraído infeções durante a quimioterapia, tendo observado que os que mantiveram um microbioma saudável não sofreram infecções nos 90 dias após os tratamentos.
Perante as conclusões, Jessica Galloway-Peña, uma das autoras do estudo, sugere que uma avaliação do microbioma “pode prever o risco de doenças associadas ao microbioma ao longo dos tratamentos subsequentes”.