A fertilidade de jovens que lutam contra o cancro poderá ser garantida em Portugal através da preservação dos seus óvulos e esperma.
A decisão surge ao abrigo de um parecer enviado pelo coordenador do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas ao Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA), o qual se prevê que venha a ser aprovado.
O documento, que deverá vir a receber parecer positivo do CNPMA, definirá regras para a preservação da fertilidade antes que a mesma possa ser comprometida devido aos tratamentos.
Segundo o Diário de Notícias, o material preservado apenas poderá ser usado em casos em que o jovem sobrevivente mantenha uma relação heterossexual.