Dois radiologistas italianos da Universidade de Génova anunciaram recentemente uma visão criteriosa do papel das tomografias computorizadas em oncologia pediátrica, lembrando que esta abordagem é muito importante no planeamento do tratamento do cancro infantil, segundo um artigo publicado no European Journal of Radiology.
Entre as vantagens mais apontadas para o uso da tomografia computorizada em crianças com cancro está a capacidade destes exames para captar rapidamente imagens de grandes áreas anatómicas com resolução espacial, além de, ao contrário do que acontece nos exames de ressonância magnética, ser rara a necessidade de sedar o doente.
Os cientistas lembram, no entanto, que os exames de ultrassom ou de ressonância magnética devem ainda ser usados para procedimentos de acompanhamento dos doentes, a fim de minimizar a necessidade de adicionar doses mais elevadas de radiação.