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Pesquisa
Um projecto da Fundação Rui Osório de Castro


Investigadores exploram novas opções de tratamento para pacientes pediátricos com linfoma de Hodgkin
2017-07-07
Fonte: My Central Jersey

Pacientes pediátricos e adultos jovens cujo linfoma de Hodgkin recidivou, ou é resistente ao tratamento inicial, podem obter remissão e até mesmo curar-se com tratamentos secundários.
 
Um desses tratamentos com quimioterapias à base de gemcitabina seguido por um transplante de células estaminais do próprio paciente pode resultar em melhores resultados para essa população de pacientes.
 
Investigadores do Grupo de Oncologia Pediátrica do Instituto de Cancro Rutgers, em New Jersey, nos Estados Unidos, exploraram a taxa de segurança e resposta quando dois desses medicamentos de quimioterapia são combinados.
 
O trabalho de investigação centrou-se na gemcitabina e no brentuximab vedotin e foi apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), que decorreu na cidade de Chicago.
 
Entre abril de 2013 e agosto de 2016, 42 pacientes com uma idade média de 17,4 anos foram inscritos no estudo; desses, 35 pacientes apresentavam doença refratária primária ou recaída muito precoce.
 
Os participantes receberam um regime de gemcitabina e brentuximab vedotin juntamente com uma glicoproteína que estimulou o crescimento de células estaminais. A duração mediana da terapia foi de quatro ciclos de 21 dias, sendo que os pacientes foram avaliados após cada dois ciclos.
 
Dos 40 pacientes que poderiam ser avaliados, o cancro desapareceu em 23 deles dentro dos quatro ciclos de tratamento. Desses 23, 19 pacientes tiveram uma resposta completa após dois ciclos de tratamento, o que correspondeu a uma taxa de resposta completa de 68% e excedendo em muito as taxas de resposta completas de gemcitabina e brentuximab vedotina quando administradas individualmente.
 
Seis dos 40 pacientes avaliados ​​tiveram uma resposta parcial ao tratamento.
 
A erupção cutânea foi o efeito secundário mais comum, mas que foi resolvida, na maior parte dos casos, antes do início do próximo ciclo de tratamento, o que significou que a combinação é segura para ser administrada nas doses avaliadas no teste.
 
Tendo em conta os resultados, os investigadores acreditam que estas descobertas suportam um exame mais aprofundado desta combinação de tratamento.
 
Assim, os resultados de ensaios clínicos futuros que testaram esses agentes podem levar ao desenvolvimento de opções terapêuticas adicionais para essa população de pacientes.
 
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