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Um projecto da Fundação Rui Osório de Castro


Figuras públicas unem-se ao Projecto Amélia no aeroporto da Portela para ajudar crianças com cancro
2016-03-01
Fonte: Público

O Projecto Amélia está de regresso ao aeroporto de Lisboa com a campanha "24 horas 24 dias", à qual se associaram 24 figuras públicas que vão passar a mensagem e ajudar a cumprir o próximo objetivo do projeto: ajudar 2 700 crianças com cancro da Birmânia a chegarem até ao único hospital que as pode tratar.

Um ano depois de Fernando Pinho, programador cultural e encenador, ter apresentado ao mundo o Projecto Amélia, uma Organização Não Governamental (ONG) à qual deu o nome da filha, para oferecer voos a crianças com cancro e transportar equipas médicas a zonas atingidas por desastres, o responsável conta agora com o apoio de várias figuras públicas para o ajudar a cumprir a sua próxima missão.

Diogo Infante dá voz ao vídeo da campanha com imagens que mostram a realidade destas crianças e pais que não têm meios para aceder a cuidados médicos. A ação arranca no próximo dia 30 de março e termina a 23 de abril no aeroporto de Lisboa, e tem como objetivo angariar 45 mil euros para assegurar transporte aéreo a crianças doentes que vivem a mais de quatro horas do hospital e transporte terrestre às que moram mais perto.

Fernando Alvim, Sofia Escobar, Sofia Nicholson, Bibá Pitta e José Fidalgo são alguns dos famosos que abraçaram este projeto e estarão um em cada dia, na Portela para sensibilizar a população para a próxima missão do Projecto Amélia e da World Child Cancer (WCC): ajudar crianças na Birmânia. 

Fernando Pinho explica que a ideia de ir para a Birmânia surgiu depois de em 2015 terem ajudado a WCC a transportar equipas médicas para aquele país e de se terem deparado com a realidade de que não era suficiente aumentar a qualidade dos serviços do hospital, mas também “transportar crianças até ao hospital”. 

“Por razões económicas, estas crianças nunca são tratadas quando tudo o que precisam é quem lhes ofereça o transporte. Apenas 10% das crianças diagnosticadas conseguem chegar ao hospital. As restantes morrem sem nunca terem recebido tratamento”, explica Fernando Pinho. 

“Temos crianças que precisam de viajar durante quatro dias. Com este projeto, a viagem demora 90 minutos e será gratuita”. Uma viagem de avião para uma criança e acompanhante até ao Hospital Pediátrico de Yangon tem um custo de cerca de 90 euros, por isso “quanto mais conseguirmos angariar, mais crianças serão beneficiadas”.
 
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